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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

BEM, DONS E FÉ

Porque (Barnabé), era homem de bem e cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor. (AT 11:24)
Estas características de Barnabé atraíam as pessoas à Igreja. Devemos ser assim: Homens de bem, que anunciam a verdade abençoando. Homens cheios do Espírito, disposto a manifestar os dons com prudência e maturidade. Homens de fé! Fé inabalável, e fundamentada na palavra.
Precisa-se de homens e mulheres com uma fé racionalizada. Ora, Sabemos que há dois tipos de fé: A fé salvadora e a fé operadora. É bem fácil de identificarmos a fé salvadora: Pois quem nele crer, não perecerá, e quem não crer já está condenado! Esta é a fé na qual afirmamos que em Cristo temos vida eterna. E a fé operadora é aquela que se manifesta apenas nesta vida, quando por fé, poderemos ver as manifestações do poder de Deus operando. Há diversidades de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.
Como Igreja de Cristo, nossa missão não é negar ou desmerecer nenhum dos dons, mas, contudo não devemos muito menos, fazer a apologia extremista destes dons. Precisamos ser uma Igreja conforme está em 1Pedro 1:4-8, onde se acrescenta à fé, a virtude, e acrescentemos à virtude a ciência, que é o conhecimento da palavra de Deus; e acrescentemos à ciência a temperança (ou moderação, prudência, cuidado no falar e no agir), e à temperança acrescentemos a paciência. Portanto, se somos uma igreja temperada quanto ao conhecimento da palavra, sejamos moderados e sem radicalismos, nem banalizações dos dons, mas, sim, pacientes, suportando as diferenças, e acima de tudo, sabendo conviver com as diferenças. Porquanto, desmerecer aqueles que têm dons, é desprezar o Espírito Santo.
O texto prossegue dizendo que devemos acrescentar à paciência, a misericórdia, que é o perdão as ofensas do outro. E devemos ainda acrescentar à misericórdia, o amor pelo próximo; e acrescentemos ao amor pelo próximo, o amor ágape; sendo assim capaz, até, de sofrer pelo outro, e como isto é difícil de alcançarmos: Sofrer pelo outro! Sim, este é o propósito da fé em Cristo: “Amar o próximo, assim como Deus nos amou. Então, verdadeiramente sereis meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.”
Busquemos, pois, conforme a medida da fé, os melhores dons espirituais, tendo zelo, e moderação em administra-los sem meninices, nem ufanismos.
Que ajamos no bem e em paz, cheios do Espírito, com a fé salvadora que nos dá esperança de vida eterna. E que a fé operadora manifeste-se nos dons espirituais com sabedoria e respeito mútuo. Busquemos, sobretudo o dom do amor, e sejamos temperados na palavra, e pacificadores. Respeitando o pensamento do outro. Procurando não manchar as mãos de sangue, mas sim, sarar as feridas e fazer o bem numa fé viva e vivificante. Só geramos, edificamos vidas e as atraímos para a Igreja , se formos benignos, cheios de dons espirituais, e tendo o mais excelente deles: o dom do amor. Assim seremos como Barnabé: Homem de bem, homem de fé, e homem cheio do Espírito Santo!
Pr. Felipe da Hora

COBRANÇAS DA ALMA

Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste, não devia tu igualmente ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? E indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim vos fará também meu Pai celestial... (Mateus 18:32-35)
Independente de pensarmos a história como fluxo livre ou como sistema, todos nós somos irremediavelmente chamados a comparecer em algum momento a fóruns nos quais devemos responder pelas decisões que tomamos. Um dos eventos teológicos de grande importância na revelação da fé é a crença da existência de tribunais. No contexto bíblico, esses são erguidos fora do âmbito da organização social, são gerenciadas sobrenaturalmente, para trazer a luz as justiças negadas pelo julgamento humano. Desta forma a bíblia faz menção do tribunal de Cristo, do julgamento das nações e do juízo final. Esses eventos têm recebido em parte, certas interpretações dramáticas duplicadoras das nossas tradições culturais. O fato é que corroborando com esse pensamento, a parábola pronunciada por Cristo começa dizendo que o Reino dos Céus assemelha-se a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos.
Existem diferentes perspectivas de se enxergar a vida. Duas me parecem notáveis: 1º Existem aqueles para os quais a vida é um sistema. Algo planejado e elaborado em algum lugar e que obedece a etapas previamente ordenadas, seguindo cursos dos quais não se pode fugir. E em 2º para outros (nos quais nos incluímos), a vida é a convergência de fluxos livres, é influências de energias que se encontram e nesses encontros as coisas acontecem. Daí o grande volume de poesias como: O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído... Eu vou deixar a vida me levar do jeito que ela quiser... Deixa a vida me levar, vida leva eu. No entanto, independentemente de um ou outro modo de pensar a vida, parece-me que os nossos atos fazem parte de uma grande rede e nos movemos em cadeia. Isto não quer dizer que somos programados, ao contrário, somos livres, mas que movemos as nossas vidas em função de nossas decisões e que as nossas decisões recebem cobranças éticas; parece que a despeito da injustiça humana, que maculou o planeta, a natureza e a vida, se movem dentro de um equilíbrio de justiça, de maneira que um maremoto, a consciência que não deixa dormir ou um vexame sofrido por alguém que vexame provocou, se me apresentam como tribunais (naturais) que se estabelecem o tempo todo nos quais somos chamados a prestar contas. (Sim, as conseqüências do pecado atuam neste mundo como tribunais terrenos). O fato é que precisamos saber que por mais que se multiplique a injustiça, e por mais que cresça o mau uso da liberdade dos seres humanos, todos nós estamos dentro de uma espécie de ordem que reclama posturas éticas o tempo todo. Ninguém está isento e nada é feito e fica por isto mesmo. Nestes fóruns o que menos conta é o veredicto das pessoas, e as maiores cobranças nascem da alma.
Pr. Alexandre Carneiro - ICHJ

Meditando neste texto, reconheçamos que apenas em Cristo podemos escapar dos juízos condenatórios. Apenas em Cristo temos a verdadeira paz, contudo cabe a nós abraçá-lo, e vivê-lo em sua integridade. Cristo hoje é Salvador, mas em breve Ele vem como Juiz, e todos hão de encara-lo. Receba-o hoje mesmo!!

Pr. Felipe da Hora - ICCS

DIRETORIA ICB 2013-2014

A 51ª Assembléia dos Ministros da ICB deliberou em nova eleição a seguinte liderança nacional: DIRETORIA NACIONAL - Presidente: Pr. Mayldson Fernandes; Vice presidente: Pr. Márcio Morais; Tesoureiro Nacional: Prb. Fco Carneiro; Secretário Geral: Pr. Pedro Rodrigues; DIRETORIA SENAMIC - Secretário de Missões: Pr. Antônio Dantas; Secretário Adjunto -Pr. João de Souza; Tesoureiro de Missões -Pr. Cléber de Sousa; CONSELHO DE ÉTICA - Pr. Fco Souto; Pr. Felipe da Hora; Pr. Adilson de Jesus; Pr. Isac dos Reis; e Pr. Iremar Santos. CONSELHO FISCAL - Pr. Joel Medeiro; Pr. Aluízio Otaviano; Pr. José Souto. Compõe ainda a Diretoria os Representantes das Regiões Eclesiástica, a saber: 1- REGIÃO LESTE RN PB PE BA: Pr. Geraldo Lima; Pr. Erinaldo Veríssimo. 2- REGIÃO OESTE RN PB PE BA: Pr. David Marroque; Pr. Fco Higino; 3- REGIÃO OESTE RN SERIDÓ: Pr.Isac Reis; Ev. Fco Elieudo; 4- REGIÃO NORTE CE: Pr. Felipe da Hora; Pr. Jurandi Bezerra; 5- REGIÃO SUDESTE: A receber dados; 6- REGIÃO MAPI: Pr. Francildo Gomes; Mss. Elis Regina; 7- REGIÃO OESTE CENTRAL: Pr. Nicássio de Assis; Pr. Paulo Abdias; 8- REGIÃO LESTE OESTE CE: Pr. Herbert Amorim; Pr. Cavalcante Neto.

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Uma Igreja compromissada com o Reino

A Igreja de Cristo do Centro de Sobral, convida a todos os amigos do Evangelho para construirmos uma Igreja Teraupeta. Jesus nos chamou para sermos tratados nele, mas também para sermos canal para tratarmos outros. Visite-nos!

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